MODA: Segmento de joias e ópticas mostra otimismo para o segundo semestre do ano

Setor vive um quadro promissor baseado em variedade de produtos, qualidade de matéria-prima e demanda interna aquecida

O primeiro semestre de 2022 foi positivo para o segmento de joalherias, ópticas e relojoarias. A avaliação é da Associação do Comércio de Joias, Relógios e Óptica do Rio Grande do Sul (Ajorsul). O setor enfrentou dificuldades, mas mesmo durante a pandemia do coronavírus conseguiu manter resultados expressivos em vendas.


"É claro que as empresas ainda enfrentam dificuldades, por conta de todo o quadro instalado com as restrições impostas durante o período da pandemia. No entanto, as perspectivas são bastante otimistas", afirmou a presidente da Ajorsul, Andrea Rocho Neumann.


Em 2021, o mercado de joias acumulou alta de 20% na receita, segundo dados do Instituto Brasileiro de Gemas e Metais Preciosos. Faturou US$ 4,5 bilhões. As importações também subiram 5%, chegando a US$ 64,5 milhões, de acordo com o Ministério da Economia. Uma possível explicação para esse fenômeno é que a classe social que costumava investir em viagens ao exterior, acabou direcionando recursos para o consumo de itens como as joias e relógios.


A ressalva, no entanto, é que nos últimos meses houve uma desvalorização cambial que aumentou os preços dos produtos. Portanto, a maior movimentação financeira, pode estar associada a isso, uma vez que o ouro, por exemplo, é cotado em dólar.

Redação e coordenação: Marcelo Matusiak

 

Real Gold
(Fabiano Panizzi)

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Sane Joias
(Fabiano Panizzi)

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