HISTÓRIA DA MODA: Antiguidade

ANTIGUIDADE ORIENTAL: MESOPOTÂMIA

 
Na região entre os rios Eufrates e Tigre, atual Oriente, desenvolveram diversas culturas (IV milênio a.C.) e as principais foram a sumeriana, assíria e babilônica. Denominada pelos gregos de Mesopotâmia, essa região é considerada o berço das civilizações.

Foram os sumerianos que desenvolveram a escrita, a cuneiforme, em 3500 a.C.

Os homens usavam um saiote de pele com o pêlo do animal chamado kaunakés, caracterizado pelos tufos de lã na peça; com o torso nu e as mulheres vestiam eles mais longos e cobrindo o colo.

Com o tempo, foram sendo substituídos por uma espécie de túnica com mangas.
O tecido usado foi o algodão, produzido na região da Índia, além da lã e linho, e a seda da China.

A suntuosidade das roupas indicava a posição de prestígio.

Homens e mulheres usavam os cabelos longos e os cacheavam, inclusive os homens faziam também com a própria barba, além de já usarem brincos. Usavam também um gorro, chamado pelos gregos de barrete frígio e um tipo de bota de couro com o bico levantado, característica oriental.



ANTIGUIDADE ORIENTAL: EGITO
 

No Egito as roupas e complementos ganhavam a conotação de distinção de classes, os nobres se diferenciavam em opulência e os de classes menos favorecidas andavam até nus. O típico traje era o chanti, espécie de tanga masculina e o kalasaris, uma túnica longa usada tanto por homens quanto pelas mulheres. A cor predominante era branco e em fibra natural vegetal, o linho e algodão. A fibra natural animal como o couro era considera impura e era proibida. 

Na cabeça, colocavam um cone de cera sobre a peruca, que derretiam e untavam a cabeleira e a roupa, aderindo ao corpo. O piolho, uma das pragas, tornava necessário os cabelos raspados e o uso de perucas de cabelo natural ou de fibras vegetais como linho e palmeira, ganhou conotação de status social. Para a dignidade faraônica era comum o uso da claft, pedaço de tecido sobre a cabeça com as laterais emoldurando-lhe a face, barba postiça de cerâmica. Como adornos, os egípcios comuns usavam brincos, braceletes e colares simples, porém os nobres ostentavam o famoso requintado peitoral feito de pedras, metais preciosos e contas de vidro colorido.Era comum o uso de sandálias de dedos em palha trançada ou mesmo descalços.



ANTIGUIDADE CLÁSSICA: CRETA

 

Maior ilha situada no mar Mediterrâneo (1750 a.C. à 1400 a.C.) influenciou inclusive a cultura grega. Os homens usavam uma espécie de tanga com cinto e o torso nu; as mulheres, bem diferentes, usavam saias longas no formato de sino com babados sobrepostos, uma espécie de avental na frente e nas costas sobre a saia (lembrando a tanga masculina) e um tipo de blusa costurada nos ombros, mangas curtas, deixando os seios à mostra, associado à fertilidade e fartura. Os menos favorecidos usavam só a saia, feitas em linho, lã ou couro. As diferenças eram grandes, mas havia pontos em comum em seus hábitos: o da cintura afunilada, que homens e mulheres desde crianças faziam com um cinto, os cabelos longos com cachos, ornamentos tipo chapéu ou turbante, sandálias ou botas e jóias como alfinetes, colares, e brincos.



ANTIGUIDADE CLÁSSICA: GRÉCIA

 

De litoral muito recortado e com inúmeras ilhas, de clima quente, sua cultura teve um apurado padrão estético que influenciou a seu tempo e ainda hoje em grande parte do mundo ocidental. Entre os séculos VII e I a.C. o que mais podemos notar foram os drapeados elaborados e marcantes. Um retângulo largo e comprido de tecido era suficiente para a peça mais característica de sua indumentária: o quíton. Os dos homens podiam ser longos para cerimônias ou curtos para o dia-a-dia; o feminino era longo. Era a túnica dos gregos, colocado ao corpo preso sobre os ombros por broches ou alfinetes e com uma das laterais fechada e a outra aberta, amarrado na cintura com um cinto ou cordão. Quíton quer dizer “túnica de linho”, o tecido mais usado mas a lã também servia de base têxtil para a peça, que eram de diversas cores e não sempre da cor natural da fibra. Com o passar do tempo passou a ser composto de duas partes costuradas possuindo mangas. Como traje complementar, usavam mantos: os masculinos eram a clâmide, mais curto, feito de lã grossa e considerado a capa militar, e o himation, a roupa civil, ampla e usada em dias frios. O feminino chamava-se peplo, chegando até os pés. 

No princípio de sua civilização era comum o uso da barba, que com o tempo passou a ser símbolo de seriedade e os mais jovens passaram a raspar. Os cabelos masculinos eram curtos e os das mulheres eram usados soltos ou amarrados com fitas ou chinós, um suporte que prendia o cabelo na nuca. Os gregos tinham o hábito de andarem descalços ou com sandálias amarradas nos pés e pernas através de tiras. Também faziam parte dos adornos as jóias como braceletes, colares, brincos, anéis, alfinetes e broches.



ANTIGUIDADE CLÁSSICA: ETRÙRIA

 

Atual Toscana, na Itália, por volta do século VII a.C. e VI a. C. viviam os etruscos, considerados antecessores dos romanos, sua cultura foi descoberta da iconografia encontrada em túmulos. Vindos em migrações da Ásia, mostram referências orientais; além de traços gregos. A tebena, manto etrusco era habitual. 

As mulheres vestiam túnicas longas decorativas e o manto, semelhante ao masculino, passado sobre a cabeça. Os homens calçavam botas com o bico levantado (oriental) e sandálias (grega). Sua grande característica foi a joalheria em metal precioso e pedras preciosas em alfinetes, colares, braceletes, anéis, fivelas e coroas, verdadeiros objetos de arte.



ANTIGUIDADE CLÁSSICA: ROMA

 

No ano de 753 a.C. ao século V, Roma recebeu influências etruscas e as principais linhas de suas roupas foram adaptadas da dos gregos. A peça característica foi a toga, correspondente ao himation grego e uma evolução da tebena etrusca. Usavam a túnica e, por cima, a toga, volumosa e denunciadora do status, normalmente de lã e formato de semicírculo. Pessoas mais simples usavam só a túnica. As mulheres usavam a túnica longa e a stola sobre ela, outro tipo de túnica com mangas. A peça correspondente à toga era a pella, um manto de formato retangular. Usavam também uma grande variação de penteados e jóias como pulseiras, anéis, colares, brincos e nos pés, sandálias amarradas na perna.







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