Empreendedora de 22 anos lança marca de roupas na pandemia e bate R$ 1 milhão de faturamento no segundo ano de operação

A ideia inicial de Júlia Galvão era vender peças da Ambrô em Goiânia (GO), mas perfil digital da empresa ajudou a impulsionar negócio em âmbito nacional
 

divulgação ´- pexels


Duas heranças da fundação servem como base para a história da Ambrô, marca de moda feminina: a empresa foi criada no no final de 2019, quando a pandemia do novo coronavírus já era uma ameaça real, e tem como idealizadora a empreendedora Júlia Galvão, atualmente com 22 anos. Com ousadia, criatividade e senso de urgência que só a juventude poderia entregar, a confecção também estruturou uma operação pensada para o digital, pronta para restrições relacionadas à necessidade de distanciamento social. O resultado foi um crescimento expressivo nos dois primeiros anos de operação, quando a companhia bateu R$ 1 milhão de faturamento.
 

Júlia lançou a marca no fim de 2019 e a ideia original era vender prioritariamente em Goiânia (GO), onde a empreendedora está baseada. Contudo, o alcance nacional foi imediato e a empresa faturou R$ 500 mil no primeiro ano de operação.
 

Uma das explicações para o resultado é o perfil da companhia. A Ambrô já nasceu conectada, impactada por tendências, redes sociais e conceitos como fast fashion, características que herdou da idealizadora. Júlia havia começado um blog quando tinha 12 anos, e depois seguiu com um canal no YouTube. Construiu uma trajetória relevante no mercado de Goiânia, com trabalhos para marcas como Americanas, Samsung e Uber, e resolveu aproveitar as relações estabelecidas para empreender.
 

A primeira iniciativa foi uma loja virtual de artigos domésticos, a Casa Gera, mas Júlia teve de abrir mão do negócio por problemas pessoais. A empreendedora voltou a lançar um negócio no fim de 2019, quando criou a Ambrô. Inicialmente, o modelo de negócios da Ambrô era baseado em uma percepção sobre a mãe de Júlia, que trabalhava na Receita Federal. Ela arrematava peças no atacado, em leilões, para vender no varejo. Sempre muito ligada à família, a executiva batizou as duas iniciativas com homenagens à avó, que se chama Geralda Ambrozina.
 

O modelo de venda online, contudo, mostrou-se eficiente e escalável. Júlia promoveu campanhas que geraram muito engajamento, como uma ação para que as pessoas priorizassem produtores locais em compras realizadas na pandemia.
 

Outro pilar da construção da Ambrô foi a estrutura digital. Júlia escolheu a JET, empresa especializada em soluções para o e-commerce, como parceira para estruturar as vendas da marca na web. "Foi um processo importante para entendermos a parte humana do processo. O que fazia os consumidores efetuarem uma compra, afinal? Essa proposta de comunidade e o desenvolvimento de um senso de pertencimento foram grandes diferenciais", conta a empreendedora sobre o projeto.
 

A plataforma mostrou-se eficiente até em situações de crescimento expressivo, como a Black Friday de 2021. Naquele período, a Ambrô teve picos de 1,5 mil acessos simultâneos e faturamento de R$ 230 mil.

"A solução tecnológica é importante, mas as relações humanas devem prevalecer, seja com os colaboradores, os clientes e as agências parceiras. Essa preocupação com a participação das pessoas é o que nos aproximou da Ambrô", diz Rodrigo Amaral, head de evolução da JET.
 


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